Epica vuelve a España en 2012
19 DE ABRIL - BARCELONA - RAZZMATAZZ
(Concierto autorizado para mayores de 16 años y menores acompañados
del progenitor o tutor legal)
20 DE ABRIL - MADRID - LA RIVIERA
(Concierto autorizado para mayores de 18 años)
Épica en Santiago de Chile, 14 de
abril de 2010
Teatro Caupolican
Fotos Pablo Villagra Tapia - IndyRock















Épica, Design Your Universe world tour
Los holandeses, reyes del metal sinfónico europeo, Épica,
se lanzan en 2010 a los escenarios de sudamérica, Mexico, Brasil,
Chile, Argentina... en una gira que más tarde les devuelve a Europa
para participar en diversos festivales, hasta mediados de julio.
Épica, en el concierto que ofrecían en Santiago de Chile,
en el Teatro Caupolican, demostraban estar en su mejor momento, dejaban
claro que no hay fronteras para el metal de alta calidad. fuerza y sentimiento
en composiciones que marcaban universos muy particulares. ´La banda
licerada por la impresionante voz y la presencia de Simone Simons y las
guitarras de Mark Jansen y Isaac Delahaye, presentaba las canciones del
álbum aparecido en octubre de 2009, Design Your Universe, que da
nombre a la gira mundial en la que el grupo se encuentra inmerso.
Épica destinó los beneficios de la venta de merchandising
de ese concierto a ayudar a los afectados por el terremoto que el 27 de
febrero devastó algunas zonas del norte de Chile.

Formación
Simone Simons (Vocals)
Mark Jansen (Guitars, grunts & screams)
Isaac Delahaye (Guitars)
Coen Janssen (Synths and Piano)
Yves Huts (Bass guitar)
Ariën van Weesenbeek (Drums)
Procedencia: Holanda
Estilo: Metal sinfónico
Desde que EPICA apareció en escena a finales
de 2002, la banda ha vivido en un torbellino de grabaciones de estudio,
entrevistas, fans entusiasmados, actuaciones en directo y un estilo de
vida rock’n’roll. Con cada nuevo álbum, EPICA amplia los límites
reinventando su característico estilo, y parece que nada puede pararles
en su camino hacia la cima.
Con su anterior trabajo “Design Your Universe”, considerado por muchos
como un gran logro de metal sinfónico, EPICA parece haber encontrado
la mezcla perfecta entre la música clásica y heavy metal.
El disco entró directamente en los charts de todo el mundo y consolidó
su posición entre las mejores bandas del metal actual. Una extensa
gira mundial de mas de 200 conciertos muestra tanto su ambición
como su éxito.
En esta ocasión, EPICA, vuelve a subir el listón con su
quinto álbum de estudio titulado “Requiem of the Indifferent”. Temas
muy característicos, letras significativas, poderosos riffs de guitarra
alternados con interludios cinemáticos y la angelical voz de Simone
Simons, lo convierten en un paso lógico después de “Design
Your Universe”. Igualmente, es un disco que tiene que crecer en el oído
de quien lo escucha, por ello hay que asegurar que se le dan un par de
vueltas para apreciar todo el conjunto.
Igual que en cada uno de sus discos, EPICA mezcla potencia, técnica
y rapidez con intimidad y sosiego, igual de bien que con todo lo hay entremedio.
Pero en esta ocasión hay grandes contrastes que hacen a “Requiem
for the Indifferent” destacar entre todos. El álbum os llevará
por un viaje de metal brutal, melodías dulces, pasajes técnicos
instrumentales, ambientes teatrales, orquestas épicas, variedad
de voces, temas pegadizos seguidos de composiciones complejas, etc.… Mas
que nunca la banda consigue conectar todos estos extremos de una forma
impecable, haciéndolo mucho más dinámico, más
versátil, más detallista y más variado que nunca.
Todo esto es una acumulación de talento individual, ya que EPICA
tiene algunos de los mejores músicos actuales. Ariën Van Weesenbeek,
uno de los mejores baterías de la escena metal, apoyado por la solidez
del bajista Yves Huts. Isaac Delahaye, conocido por sus atrevidos riffs
de guitarra y elogiado por sus buenísimos solos. Mark Jansen, el
principal compositor de la banda, guitarra rítmica y voz gutural.
El pianista clásico Coen Janssen, también responsable de
los coros. Y por ultimo, pero no menos, la vocalista Simone Simons, que
tiene una voz única, extremadamente variada y encantadora. ‘Requiem
for the Indifferent’ es la prueba de que este sexteto esta en constante
búsqueda por renovar y que solamente lo mejor es suficientemente
bueno.
Este título se refiere al final de una era. La humanidad ya no
puede ignorar todo lo que está ocurriendo a su alrededor. Se nos
plantean muchos desafíos.
Existe gran tensión entre diferentes culturas y religiones, guerras,
desastres naturales y una enorme crisis financiera, que se está
descontrolando. Más que nunca deberemos enfrentarnos juntos a estos
problemas.
Como todo esta relacionado; el Universo, la Tierra, la Naturaleza, los
animales y los seres humanos, este momento será el preludio del
fin para aquellos que no quieren verlo, o simplemente no lo ven. Un REQUIEM
FOR THE INDIFFERENT (Réquiem para los indiferentes) pero también
una oportunidad para un nuevo comienzo de grandes oportunidades!.
Discografía
Design Your Universe ~ Album - octubre 2009
The Classical Conspiracy - Live in Miskolc, Hungary - ~ Album - mayo
2009
Chasing the Dragon ~ Single - junio 2008
The Divine Conspiracy ~ Album - agosto 2007
The Road to Paradiso ~ Photo Sound Book - mayo 2006
Quietus ~ Single - octubre 2005
4 track maxi single - octubree 2005
The Score ~ Album - septiembre 2005
Solitary Ground ~ Single - mayo 2005
Consign to Oblivion ~ Album - abril 2005
We will take you with us ~ DVD - septiembre 2004
Cry for the Moon ~ Single - mayo 2004
Feint ~ Single - enero 2004
The Phantom Agony ~ Single - octubre 2004
The Phantom Agony ~ Album - Julio 2003


29 octubre 2005 Industrial Copera. Granada
Organiza Wild Punk
Fotos Merche S Calle © IndyRock



Formação:
Simone Simons – voz
Mark Jansen – guitarra/voz gutural
Isaac Delahaye – guitarra
Yves Huts – baixo
Coen Janssen – teclados
Ariën Van Weesenbeek – bateria
Depois de uma breve, mas bem-sucedida e auspiciosa, carreira com os
After Forever, Mark Jansen – guitarrista e principal responsável
pelo material gravado nos dois primeiros álbuns da banda holandesa
– decidiu fechar esse capítulo da sua vida criativa para embarcar
numa nova aventura. Inspirado pelas suas viagens pelo mundo e pelas influências
que ia absorvendo no processo, o talentoso compositor e executante sentiu-se
inspirado a criar música de uma forma ainda mais livre e, para concretizar
os seus intentos, criou os Sahara Dust em 2002.
Com vários contactos já estabelecidos no mundo do metal,
começou por colaborar com a vocalista norueguesa Helena Michaelsen
(dos Trail of Tears) ainda numa fase muito embrionária do processo
de composição para o disco de estreia, mas quando decidiu
adoptar a designação atual já tinha descoberto o sublime
registo da jovem Simone Simons. Foi com ela na voz, Coen Janssen nos teclados,
Ad Sluijter na segunda guitarra, Jeroen Simons na bateria e Yves Huts no
baixo que os Epica gravaram o disco de estreia.
No espaço de escassos meses, Jansen e os seus novos companheiros
criaram «The Phantom Agony», que foi editado em 2003 e seguido
por uma longa digressão. No ano seguinte, os esforços do
grupo foram recompensados com a atribuição de um Essent Award
(o mais importante galardão da indústria discográfica
holandesa para as bandas jovens), mas os músicos não tiveram
sequer tempo para parar e tentar absorver o burburinho que se estava a
gerar à sua volta.
Apesar de ter continuado em digressão durante grande parte de
2004, o sexteto ainda arranjou tempo para escrever e gravar música
nova. Intitulado «Consign To Oblivion», o segundo longa-duração
foi editado em 2005 e entrou de rompante para a posição do
#12 da tabela de vendas do seu país natal. Se dúvidas faltassem,
a permanência no Top 100 durante sete semanas consecutivas provou
que, por esta altura, os Epica já eram um nome estabelecido na então
emergente tendência do female fronted metal.
Com a primeira digressão nos Estados Unidos pelo meio (ao lado
dos Kamelot) e incrivelmente inspirados, os músicos gravam «The
Score: An Epic Journey», a banda-sonora para o filme «Joyride»,
no mesmo ano. A edição de uma retrospectiva fotográfica
e musical dos primeiros quatro anos de carreira deu-lhes, finalmente, tempo
para pensarem e ficarem com uma noção do turbilhão
de popularidade em que estavam metidos. Depois de centenas de concertos
por todo o mundo – da Europa à América do Sul, passando por
Israel e pela Tunísia – já se tinham transformado numa máquina
bem oleada e imparável, sendo que nem o abandono do baterista Jeroen
Simons os fez abrandar o ritmo.
É já com Ariën Van Weesenbeek, ex-God Dethroned,
na formação que gravam o terceiro álbum e assinam
contrato com a Nuclear Blast, embarcando em simultâneo na primeira
tour norte-americana como cabeças de cartaz. O primeiro disco conceptual
do grupo, «The Divine Conspiracy», afirmou-se como um “fechar
de círculo” para o seu líder e mentor, um disco ambicioso
que pega num conceito já explorado em «Prison Of Desire»
(dos After Forever) e que conta com uma participação de Sander
Gommans, o vocalista da ex-banda de Jansen. Musicalmente mais de tudo –
coros, guitarras, velocidade, berros, orquestrações e canções
– o que tinham feito até ali, o álbum deu origem a dois singles
de sucesso e colocou-os num patamar superior de sucesso. Prova disso é
a edição do primeiro álbum ao vivo em 2008; «The
Classical Conspiracy» registou um espetáculo especia l, em
que os músicos interpretaram os seus temas, algumas peças
clássicas e temas de bandas-sonoras célebres.
Apesar da saída de Ad Sluijter – rapidamente substituído
por Isaac Delahaye, outro ex-God Dethroned – o colectivo não mais
parou de crescer, mostrando arrojo e apoiando-se no magnânimo «Design
Your Universe». Lançado em 2009, o quarto disco de originais
chegou à oitava posição do Top holandês. Os
músicos continuaram a tocar quase ininterruptamente pelo mundo e,
mostrando que não estão nada interessados em ficar a viver
dos louros já conquistados, 2012 será ano de regresso às
edições. «Requiem For The Indifferent», o quinto
álbum em dez anos, já tem edição marcada para
Março e promete o início de um novo capítulo numa
carreira meteórica e sem momentos mortos.
http://www.epica.nl/